ASSEMBLÉIA

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS DEMITIDOS DO BANCO DO BRASIL – ANDEBB
Av. Gonçalo Prado Rolemberg, 804 – Centro
CEP 49010-410
Aracaju – Sergipe

ATA DE ASSEMBLÉIA GERAL
1º de agosto de 2009

No dia primeiro de agosto do ano de dois mil e nove, reuniram-se em Assembléia Geral realizada no Sindicato dos Bancários de Sergipe, os associados da ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS DEMITIDOS DO BANCO DO BRASIL – ANDEBB. Tomou da palavra o Sr. Marcelo Dantas, presidente da associação, anunciando a pauta desta Assembléia Geral, com os seguintes assuntos: manifestação dos associados concedendo autorização para que a ANDEBB possa representá-los judicial e extrajudicialmente, podendo promover a defesa dos seus respectivos direitos e interesses perante qualquer Juízo, Tribunal ou Órgãos Públicos, conforme está previsto no art. 5º, inciso XXI, da Constituição Federal de 1988; deliberar sobre o valor da mensalidade e sua forma de pagamento; eleger uma comissão para ir ao Ministério Público Estadual; formar uma comissão de colaboradores para, voluntariamente, executar serviços administrativos da ANDEBB, como por exemplo preparar correspondências a serem enviadas para todos os associados. Em seguida, usou da palavra a companheira Ivânia, diretora do sindicato dos bancários de Sergipe, falando sobre os mais recentes acontecimentos acerca do movimentos dos demitidos do Banco do Estado de Sergipe – BANESE, convidando os associados da ANDEBB para se integrarem aos movimentos de outras categorias de bancários igualmente demitidos, informando sobre a reunião semanal que acontece todas as quartas-feiras, às 18h, e, finalmente, convidando a todos para um evento a ser promovido pelo sindicato no próximo dia 28/8/2009, quando o sindicato comemora o dia dos bancários. Dando continuidade à assembléia, o Sr. Marcelo Dantas agradeceu todo o apoio do Sindicato dos Bancários ao movimento, na pessoa de seu presidente o Sr. José Souza de Jesus. Em seguida, deu-se início à votação dos assuntos da ordem do dia, ficando deliberado sobre os seguintes assuntos:

1) Os associados, reunidos em assembléia geral realizada no dia 1º de agosto de 2009, decidiram conceder autorização à ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS DEMITIDOS DO BANCO DO BRASIL – ANDEBB para representá-los judicial e extrajudicialmente, podendo a ANDEBB em nome de todos, promover a defesa dos direitos e interesses coletivos, individuais e difusos da categoria perante qualquer Juízo, Tribunal ou Órgãos Públicos, conforme está previsto no art. 5º, inciso XXI, da Constituição Federal de 1988.

2) Foi aprovado o valor de R$ 15,00 ( quinze reais) para a mensalidade dos associados da ANDEBB, ficando deliberado sobre os associados que não puderem contribuir – sejam dispensados do encargo – considerando a sua condição de desempregados, no momento enfrentando sérias de dificuldade de sobrevivência, devendo os mesmos assim se declararem, reportando-se à ANDEBB. O controle sobre o pagamento das mensalidades será administrado pelos representantes do estado de São Paulo.

Em seguida, o Sr. Marcelo Dantas informou sobre a possibilidade da Associação encaminhar denúncia à Organização Internacional do Trabalho sobre as demissões no Banco do Brasil, assunto que deverá ser debatido em todos os seus aspectos na próxima reunião. O Sr. Normando Lima Filho, participando dos debates, sugeriu um encontro entre representantes da ANDEBB e o atual presidente da OAB nacional, Dr. Cezar Brito, acontecimento que poderá realizar-se nos próximos dias. O Dr. Elenaldo fez algumas considerações sobre representação processual, dirigindo-se àqueles que possuem processos tramitando no Poder Judiciário, dizendo que o mandato pode ser revogado desde que apresentado um novo patrono para a causa dentro do prazo de lei. Nada mais havendo a tratar o Presidente encerrou os trabalhos da Assembléia Geral. Aracaju, estado de Sergipe, primeiro dia do mês de agosto do ano de dois mil e nove.

Marcelo Dantas
Presidente

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A verdade sobre as demisses no Banco do Brasil.

Prezado Daniel Pearl,

O documento abaixo exibido é uma carta do Presidente do
Banco do Brasil, Sr. Alcir Augustinho Calliari, dirigida
ao Ministro da Previdência Sr. Reinold Stephanes, relatando
as dificuldades que o Banco do Brasil vinha encontrando,

para manter o custeio dos benefícios de complementação das
aposentadorias de seus funcionários. É um documento sigiloso e,
mais uma vez, damos ao Desabafo Brasil, o privilégio de
divulgação em primeira mão. Na verdade o que o documento
retrata é a real situação da PREVI-Caixa de Previdência dos
Funcionários do Banco do Brasil, no início do ano de 1995,
que igualmente ao patrocinador, o próprio BB, vinha tendo
sérios problemas de caixa. O Sr. Alcir Calliari, então
Presidente do BB, tinha a nobre intenção de demonstrar ao
Governo FHC, a realidade dos fatos, esperando que as
autoridades governamentais, elaborassem um plano para sanear
as contas do Banco do Brasil e da Previ.
É de conhecimento geral que as dificuldades do Banco do Brasil
eram provenientes da política agrícola do Governo Federal,
principalmente na lide com os inadimplentes do crédito agrícola,
muitos deles grandes devedores, viciados em não cumprir seus
compromissos, apoiando-se em influências políticas de vários
partidos, com ênfase a bancada ruralista do Congresso Nacional.
Diante da situação da época, o Sr. Alcir Calliari, funcionário
de carreira do BB, esperava que as soluções viessem nesse sentido,
ajustando as políticas do crédito rural e implementando novas
medidas, que propiciassem ao Banco do Brasil, recuperar seus
prejuízos e ter condições de fazer frente a seu compromisso com
a Previ. Ao contrário do esperado, o Governo FHC, partiu para
outro caminho, que não aquele aguardado. Substituiu o Sr.
Calliari na Presidência do BB, por um “pau mandado”, safado e
covarde, chamado PAULO CESAR XIMENES, um tal que há poucos anos
foi condenado a 12 anos de cadeia por falcatruas mil. Tal LARÁPIO,
a mando de FHC e sua matilha, além de não terem capacidade para
implementar um plano sério de recuperação do BB, até porque
seriedade não fazia parte de seu vocabulário, resolveu sanear
as contas do BB através do ilícito, do roubo e da covardia das
demissões de funcionários, roubando-lhes a poupança de anos de
contribuição. Daí uma irônica constatação: Se tiveram
inteligência para implementar um roubo tão bem elaborado,
porque não teriam para tomar medidas corretas e eficazes.
A resposta: Porque o cérebro viciado no ilícito e no crime,
não tem a mesma capacidade se tiver que se prestar ao bem.
Em suma, LADRÃO É LADRÃO.

Of. PRESI-95/0079 – Brasília (DF), 09.02.95

Exmo. Sr. Reinhold Stephanes

Ministro de Estado da Previdência e Assistência Social

Sr. Ministro,

Com vistas a esclarecer dúvidas suscitadas a respeito do custeio
dos benefícios de complementação de aposentadoria e pensões
concedidos pela Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco
do Brasil, patrocinada por esta empresa, prestamos-lhe as
seguintes informações:

a) até abril/67, o Banco do Brasil pagava aos seus funcionários
complementação do benefício de aposentadoria concedido pela
Previdência Oficial, em decorrência de decisão tomada em
Assembléia Geral de Acionistas de 1.947, a qual passou a
integrar os contratos de trabalho dos empregados;

b) a partir de abril/67, foi instituído o plano de beneficio
previdenciário da PREVI, mediante contribuição patronal e
pessoal na proporção de 2 x 1 – segundo orientação do
representante do Tesouro Nacional na Assembléia Geral
Ordinária de 29.04.1964;

c) à época, não houve aporte financeiro da Patrocinadora para
fazer face aos compromissos relativos ao tempo de serviço prestado
pelos empregados admitidos antes daquela data, em razão da adoção
do regime financeiro de Repartição de Capitais de Cobertura
(as contribuições arrecadadas a cada ano se destinavam a constituir
o valor atual necessário à garantia dos benefícios cujo direito
fosse adquirido no mesmo ano, não há constituição de reservas de
benefícios a conceder, mas apenas de benefícios concedidos);

d) com a edição da Lei 6435/77, a PREVI teve que adequar seu
Estatuto e regulamentos, com a obrigatoriedade de adotar o regime
financeiro de Capitalização no ajustamento do plano de
complementação de aposentadoria mantido para todos os associados.
Isso implicava integralização, por parte do Banco, das reservas
matemáticas relativas ao tempo de serviço anterior dos
funcionários pré-existentes à implantação do plano previdenciário,
em abril/67;

e) o Banco do Brasil, com a anuência da Secretaria de Previdência
Complementar do então Ministério de Previdência e Assistência
Social (Portaria MPAS no 2033, de 04.03.80, e Oficio no
768/GAB/SPC de 07.12.81), em vez de se valer da prerrogativa
legal de amortizar esses compromissos através de contribuições
especiais, diferidas em até 20 anos, ou mesmo mediante aporte
de recursos, optou por adotar o regime de repartição simples
para custeio dos benefícios relativos aos empregados admitidos
até abri/67 e assumiu a responsabilidade de efetuar a cobertura
de eventuais insuficiências financeiras resultantes dos pagamentos
da complementação de aposentadoria efetuada pela PREVI, conforme
regularmente divulgado em notas explicativas das Demonstrações
Contábeis do Banco;

f) portanto, as contribuições dos empregados do Banco do Brasil
admitidos até abril/67 – enquanto na ativa – não constituíram
reserva da PREVI. Foram utilizadas pela PREVI diretamente no
custeio das complementações dos 29.149 funcionários integrantes
daquele contingente, que aposentaram a partir da instituição do
referido plano. Ainda remanescem na ativa 2.498 empregados desse
grupamento;

g) as contribuições dos empregados do Banco do Brasil a partir de
abril/67 constituem, por sua vez, as reservas acumuladas da PREVI,
as quais se destinam a garantir o pagamento futuro dos benefícios
concedidos e a conceder a esse grupamento, num total de 112.265
associados, aí incluídos aqueles já falecidos. Todos esses são
tratados dentro do regime financeiro de Capitalização;

h) a PREVI responde, ainda, pelo pagamento de 7.471 pensões
instituídas por óbitos ocorridos a partir de abril/67, relativamente
aos admitidos no Banco anteriormente àquela data, porquanto
contribuintes, inclusive no período em que aposentados.

2.Devido à complexidade da matéria, sobretudo em razão das
modificações processadas ao longo do tempo nas normas e legislação
pertinentes, permitimo-nos sugerir encontro de trabalho de
técnicos deste Banco com os desse Ministério, para esclarecimentos
de eventuais dúvidas remanescentes.
Alcir Augustinho Calliari – Presidente.

http://desabafopais.blogspot.com/2008/12/verdade-sobre-
as-demisses-no-banco-do.html

32 Respostas para “ASSEMBLÉIA”

  1. RIVALDO BARRETO Disse:

    Sou um dos que foram demitidos pelo PDV em 1995, tinha dividas com o Banco e fui obrigado a aderir com a ameaca de ser demitido por justa causa, pois a CIC FUNCI era bem clara dizendo que todo funcionario que estivesse inadimplente com o Banco e/ou negativado no SERASA e SPC seria aberto processo administrativo e poderia resultar em demissão por justa causa. Na epoca o Banco não negociava com os funcionarios, so pagamento a vista para forcar a adesão ao PDV. O projeto de Lei 512/2007, vem fazer justica a todos aqueles que foram demitidos e humilhados, que não queriam sair do Banco, mas foram arrancados dos seus empregos. Quero meu lugar de volta, não queria sair. Nunca e tarde para se fazer justica. Lutemos.

  2. sheila maria ferreira thomé de souza Disse:

    Peço informação sobre as demissões ocorridas em relação ao que os funcionários receberam e o que realmente teriam o direito de receber

  3. amaro anizio da costa Disse:

    Qual a possibilidade de reavermos nossa cota de 2/3 da PREVI?
    O QUE HÁ DE CONCRETO NESSE SENTIDO?

  4. paulo wilson cunha de oliveira Disse:

    Sou um dos que foram demitidos pelo PDV em 1995, tinha dividas com o Banco e fui obrigado a aderir com a ameaca de ser demitido por justa causa, pois a CIC FUNCI era bem clara dizendo que todo funcionario que estivesse inadimplente com o Banco e/ou negativado no SERASA e SPC seria aberto processo administrativo e poderia resultar em demissão por justa causa. Na epoca o Banco não negociava com os funcionarios, so pagamento a vista para forcar a adesão ao PDV. O projeto de Lei 512/2007, vem fazer justica a todos aqueles que foram demitidos e humilhados, que não queriam sair do Banco, mas foram arrancados dos seus empregos. Quero meu lugar de volta,se bem que agora como aposentado, pois, já sou pelo INSS, não queria sair. Nunca e tarde para se fazer justica. Lutemos.

  5. Francisco CESAR de Alcantara Ferreira Disse:

    GOSTARIA DE SUGERIR AOS COLEGAS VISITAREM O LINK ABAIXO, CUJA NOTICIA TAMBEM COPIO, PARA VER A POSSIBILIDADE DE PARTICIPAÇÃO DO PESSOAL DE BRASILIA.

    http://www2.camara.gov.br/internet/homeagencia/materias.html?pk=132552

    semana – 30/03/2009 10h36
    Comissão sobre anistia de servidores discute roteiro de trabalho
    A comissão especial criada para analisar o cumprimento das leis de anistia de servidores públicos se reúne na quarta-feira (1º) para discutir seu roteiro de trabalho e votar requerimentos.

    Um dos requerimentos em pauta é do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). Ele propõe que seja convidado o novo presidente da Comissão Especial Interministerial (CEI), Idel Profeta Ribeiro, para prestar esclarecimentos sobre a situação da reintegração dos anistiados do Plano Collor.

    A comissão apura a aplicação das seguintes leis:
    - 8.878/94, que concede anistia a servidores exonerados e demitidos irregularmente entre 16 de março de 1990 e 30 de setembro de 1992;
    - 10.790/03, que dá anistia a dirigentes ou representantes sindicais e trabalhadores punidos por participação em movimento reivindicatório;
    - 11.282/06, que anistia trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) punidos por participação em greve;
    - 10.559/02, que regulamenta o artigo 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, definindo, por exemplo, quais são os direitos incluídos no regime do anistiado político.

    A reunião será realizada às 14h30, no plenário 10.

    Notícias anteriores:
    Divergências de interpretação atrasam anistia de servidores

    Da Redação/PT

    (Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara’)

    Agência Câmara
    Tel. (61) 3216.1851/3216.1852
    Fax. (61) 3216.1856
    E-mail:agencia@camara.gov.br

  6. rui sergio wenck Disse:

    idem situação do colega paulo wilson cunha de oliveira, na época do pdv 1995 tinha filha em universidade, pagando estadia e manutenção, e prestação da carim pesada. as dívidas me fizeram sair de tanta pressao hoje recebendo uma merreca do inss, estou inadimplente com a carim, sabendo que temos a receber da previ. sufoco…

  7. anibal mathias Disse:

    fui demitido em 96 no pdv, minha esposa em 97 o paq, eu sofri grande pressão para sair, entretanto minha esposa foi submetido a sessão de terror e torturas insuportaveis. a ela foi dito que como opção para continuar o banco, deveria aceitar ser transferida para uma cidade do interior do acre, numa relação que seria apresentada. isso não fazia o menor sentido na nossa vida com 3 filhos com 13 e 10 anos de idade. alem do mais eu já demitido em 96, lutava deseperadamente no campo dos negocios tentando sobreviver. como mudar tudo para o interior do acre? e a nossa familia (pais, irmãos, sobrinhos)? e nossa vida? sob intensa pressão minha esposa sucumbiu, e aceitou ser demitida no paq.
    foram dias de muito sofrimento. minha mulher passou meses em profunda crise. o abalo psicologico era tanto que ela só conseguia dormir dopada. ela nunca foi carreirista no banco, era, no entanto, uma funcionaria completamente dedicada e identificada com o seu trabalho, que executava com primor. em 24 anos de banco nunca teve uma falta.
    não sei se hoje seriamos beneficiados com a reintegração, uma vez que já estamos aposentados pelo inss, porem com o ridiculo salario de 1.400,00.
    mas, independente do que vier estamos nessa luta pela reparação.
    parabens aos que tomaram a iniciativa.
    anibal mathias
    tel 21-2446-6639

  8. josefa de morais tabosa Disse:

    por favor, deem-me uma notícia recente, hoje são 29/05/2009, sobre a possibilidade de readmissão dos ex-funcionarios do BB. Muito grata, uma mãe idosa e aflita. Abraços para todos.

    • celodan Disse:

      O PL-512/2007 voltou a constar na pauta de votação do próximo dia 03/06/2009, da CTASP.
      Acompanhe o resultado pela internet. POR OPORTUNO INFORMAMOS AOS COLEGAS QUE DESEJAM IR
      A BRASÍLIA, COMPARECENDO A AUDIÊNCIA PÚBLICA, o colega JOÃO LOPES está orientando as
      pessoas sobre alojamento, seu telefone (61) 8454-9496 e 3383-3887.

  9. Felix Kaminski Rodrigues Disse:

    Fui demitido em 08.08.95. Desde então não paguei a PREVI/CARIM. Após esses 14 anos, tentei liquidar, mas para meu espanto, não consigo um valor razoavel, visto que o saldo devedor é muito alto e as parcelas muito aquem dos 30% do VP + AN previstos no contrato.
    Alguem tem algum caminho para me orientar?
    Felix

  10. Felix Kaminski Rodrigues Disse:

    Desculpem, MUITO ALEM

    • celodan Disse:

      Mais um grande passo para nossa luta, a Comissão do Trabalho aprovou, ontem, dia 03/06/2009,
      o parecer do relator, dep. Roberto Santiago, agora o projeto, com parecer favorável, vai ser submetido à votação no
      plenário da Comissão em reuniões a serem realizadas.

  11. JAIRTON FÉLIX DA ROCHA Disse:

    O PL 512/2007, já passou pela CTASP, NÃO DEPENDENDO MAIS DE VOTAÇÃO POR ESSA COMISSÃO. DEPENDE, SIM, A PARTIR DE AGORA, DE APROVAÇÃO NA COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO, SEGUNDA ETAPA, PARA DEPOIS IR PARA A ÚLTIMA ETAPA, QUE É A DA CCJ.
    APÓS TODO ESSE TRÂMITE, SEGUIRÁ PARA SANÇÃO/VETO PRESIDENCIAL.
    VAMOS LUTAR PARA QUE ISSO SE DÊ AINDA NO GOVERNO LULA. ACHO DIFÍCIL,PORÉM NÃO É IMPOSSÍVEL, DEPENDE DE NÓS PRESSIONARMOS…

  12. adriano maia Disse:

    Porque os pedevistas de 1991 nao estao sendo incluidos nesses projetos. Fomoa demetidos nos mesmos
    moldes dos de 1995.
    Aguardo resposta.

  13. adriano maia Disse:

    Todos os projetos de readmissao so falam nos demetidos a partir de 1995. E nos, demetidos a partir de 1991 nos mesmos termos.

  14. FRANCISCO URCESINO DA COSTA Disse:

    Fui demitido no PDV de 1995, gostaria de receber notícias das movimentaçôes que ocorerem em relaçâo a reintegraçâo dos demitidos.

  15. Maria Clara Magalhães Disse:

    Se eu for contar os “HORRORES” que passei no Banco, vai pararecer até exagero ou ficçao. Uno-me aos colegas que estão passando pela mesma situação de sufôco finaneiro que eu. Não estou desempregada, mas ganho o mínimo que mal dá para comprar uma RAÇÃO BÁSICA para sobreviver. Gostaria de receber noticias no email sobre o andamento desta IMPORTANTE QUESTÃO. Grata. Maria Clara Magalhães

  16. antonio alves de lima neto Disse:

    Sai no pdv em 1995,vejam o que me aconteceu.
    1)não tinha intenção de sair, pois já contava com quase 20 anos de banco.
    2)comissionado a mais de 14 anos,substitui supervisores e cargos um pouco mais alto.
    3)minhas avaliações sempre foram ótimas.
    4)Quando do pdv,sabiam que eu não ia aderir,me passaram de madrugada para o periodo da manhã de um dia para o outro.(tudo bem sabia que não poderia ficar só no periodo noturno, mais tinha que ter um tempo para me organizar.
    5)Depois me mudaram de setor, setor bem desconhecido
    para mim, fui comissionado,neste setor tinha vagas, mais estavam treinando a alguns mêses, alguns funcio-
    narios que já estavam pre estabelecidos para ocuparem os cargos, então imaginem como me receberam
    O supervisor fazia de conta que eu não existia.
    Para poder aprender alguma coisa tinha que implorar.
    6)No ultimo dia para aderir ao pdv numa sexta-feira,não aderi.
    7)Na segunda-feira logo de manhã, me chamaram e me
    tiraram minha comissão.
    8)Com tudo isso, não aguentei,como já tinha termina-
    do o prazo para fazer os pedidos ao pdv,tive que fazer um pedido para Brasília e neste pedido deixei bem claro que o meu pedido de desligamento do Banco
    era por ter perdido a comissão, a direção do
    Banco assinou e mandei por fax (lógico que aceitaram o meu pedido.
    9)Vocês não imaginam, como foi o pdv no nosso Cesec
    mais tôdos os funcionários lembram tenho certeza,os
    funcionários não dormiam mais, pessoas chorando pelos
    cantos, pessoas desesperadas,não precisa ser dessa maneira,mais a direção do nosso Cesec, parece que tinha um prazer enorme em ver as pessoas desesperadas
    e lembro muito bem (quando chegava na mesa da dire-
    ção do Cesec um pedido a festa que eles faziam,acho
    que o premio era muito bom para eles)

    Acabaram com minha vida,com minha familia!!!!!!!!!!! E tenho certeza com a familia de muitos funcionários.
    Obrigado a tôdos, um grande abraço.

  17. Antonio alves de Lima Neto Disse:

    Saí no pdv em 1995 e não entrei com ação contra a previ.
    Devo entrar?Com quem entrar?
    por favor me ajudem

    • cleia paniz Disse:

      Saí no pdv de 1995, o cesec em que eu trabalhava fechou e as agências da cidade não queriam absor-
      ver os que saiam do cesec,portanto fui obrigada a
      entrar no pdv.
      Decidi então colocar o dinheiro num negocio próprio
      sem a menor experiencia. Mais tarde tive que sacar
      o meu saldo da Brasilprev para não quebrar meu negócio, o que acabou acontecendo. Contribui por 25
      anos com o inss sobre 10 salários, e hoje recebo a
      ninharia de R$1350,00. Não entrei na ação contra a
      Previ. Ainda posso entrar? Como posso fazer?

  18. Sidnei Carlos Berling da Costa Disse:

    Gostaria de saber como entrar com ação contra a Previ.Vocês podem me ajudar?

  19. Maria Clara Magalhães Disse:

    Boa Tarde colega. Vou enviar o site do Dr. José Carlos de Almeida que está na justiça a nosso favor. http://www.josecarlosdealmeida.adv.br. Boa Sorte. Clara.

  20. joao batista m santana Disse:

    atenção antonio a. lima neto e sidnei carlos
    acessem o site http://www.jca.adv.br ou liguem no telefone 61-39667777 e terão as orientações.

  21. Paulo Augusto Weiller de Vasconcelos Disse:

    Senhores,

    Sai em 1995 sob forte influência da campanha deflagrada massissamente no seio do funcionalismo do BB, à época. Eu não tinha o perfil para adesão ao programa quando digitiva minha matrícula no sistema; só pude aderir após a Decisão do Supremo de permitir adesão mesmo de quem não tivesse o perfil. Entrei aos 13 anos e 9 meses e fiz carreira provando sucessivamente que merecia estar onde estava: vários concursos internos, várias menções no sistema de AVALIAÇÃO FUNCIONAL vigente à época. Nunca quis realmente sair, pois desde a função de Menor-Aprendiz de Serviços Gerais até Analista de OSM letra “D” fora um belo caminho de sucesso!

  22. Kátia Sestrem Disse:

    Mensagem publicada hoje no site “Fale com o Presidente”:

    Excelentíssimo Presidente LULA

    Tive oportunidade de ler o seu discurso no encontro do Conselho Diretor do Banco do Brasil há dois dias atrás, conforme divulgado no blog “osamigosdopresidentelula”.

    “Jogou-se em cima dos bancos a irresponsabilidade dos governantes que gerenciavam esses bancos ou que muitas vezes usavam esses bancos para fazer os caixas dois da vida em época de campanha eleitoral. Por isso que todos os bancos públicos estavam quebrados.”
    “Costumam dizer que o Estado é um mau gerente, que empresa pública está mal administrada e falam que precisa de choque de gestão. Choque de gestão no Brasil é mandar gente embora, é reduzir o custo da folha de pagamento”, disse o presidente.

    As suas palavras foram muito oportunas para nós, os demitidos do Banco do Brasil através daqueles falsos programas de demissão (IN)voluntárias, chamados PDI, PDV e PAQ, ocorridos durante o período entre 1990 e 2002.
    Tais programas de demissões ocorreram para sanear as dívidas geradas pela má administração do Banco do Brasil à época.
    Presidente Lula, no Banco do Brasil, mais de 40 mil funcionários foram vítimas desses planos maquiavélicos.
    Estes funcionários foram enganados, ludibriados, roubados e induzidos a participarem desses programas de demissões sob as ameaças que se não aderissem a esses programas, seriam demitidos sumariamente.
    Foram demitidos porque tinham tempo de serviço (mais de 15 anos de trabalho efetivo) e pagavam obrigatoriamente a PREVI, a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, desde quando foram admitidos à carreira do Banco do Brasil através de Concurso Público.
    Utilizaram a carreira profissional desses funcionários como moeda de pagamento para as dívidas do Banco do Brasil.
    Dessa forma a PREVI apropriou-se da reserva destinada à aposentadoria desses funcionários demitidos.
    Hoje esses funcionários demitidos assistem de longe à festa de um Superavit Bilionário gerado pelas reservas de suas aposentadorias que foram negadas desde os planos de demissões pelo Banco do Brasil e PREVI.

    Presidente LULA, agradecemos muito o seu discurso de reconhecimento dessas manobras administrativas lucrativas, maquiavélicas e criminosas, em que milhares de famílias brasileiras perderam o seu sustento e as suas perspectivas de um dia se aposentarem.
    Presidente LULA, Vossa Excelência possui o maior Histórico de Luta pelos Trabalhadores deste País, pedimos Justiça, precisamos reaver os nossos direitos e o retorno ao trabalho no nosso Banco do Brasil. Ajude-nos.

    Respeitosamente

    MNDBB – MOVIMENTO NACIONAL DOS DEMITIDOS DO BANCO DO BRASIL
    ANDEBB – ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS DEMITIDOS DO BANCO DO BRASIL

    • Kátia Sestrem Disse:

      Para o conhecimento de todos, estou repassando (abaixo) resposta da mensagem enviada ao “Fale com o Presidente”.

      Prezada Senhora,

      Em resposta a sua mensagem endereçada ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, informamos que ela foi encaminhada ao Banco do Brasil S/A para análise e eventuais providências.

      Caso julgue necessário obter informações sobre o tratamento do assunto nela contido, recomendamos-lhe escrever diretamente ao setor pertinente.

      Cordialmente,

      Claudio Soares Rocha

      Diretoria de Documentação Histórica

      Gabinete Pessoal do Presidente da República

    • JAIRTON FÉLIX DA ROCHA Disse:

      Bela missiva a da colega de luta Kátia Sestren. Precisamos reproduzir e cada um de nós com seu nome e dados pessoais encaminhar á Lula, para que ele sinta que o prejuízo foi geral.

      Jairton Rocha-Salvador-ba. PAQ-1983-2000

  23. Sidnei Carlos Berling da Costa Disse:

    Caro Celodan, o site que você nos forneceu, está desativado no momento(vários dias), teria outro que podessemos acessar. Obrigado.

  24. LUPERCIO NOGUEIRA MOREIRA Disse:

    O Parecer do relator da COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO, abaixo, traz uma péssima informação para nós. Está sem data o despacho, mas a movimentação é de ontém 20/08/2009.
    Vejam o texto final do relator:

    SÚMULA nº 1/08-CFT – É incompatível e inadequada a proposição, inclusive em caráter autorizativo, que, conflitando com as normas da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 – Lei de Responsabilidade Fiscal – deixe de apresentar a estimativa de seu impacto orçamentário e financeiro bem como a respectiva compensação.
    Entendemos, portanto, que as matérias não superam os aspectos de compatibilidade ou adequação com o plano plurianual, lei de diretrizes orçamentárias e o orçamento anual, motivo que nos impede de prosseguir em sua análise de mérito.
    Ante o exposto, concluímos pela incompatibilidade e inadequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 512, de 2007, bem como de seu apenso, Projeto de Lei nº 1.272, de 2007.

    Sala da Comissão, em de agosto de 2009.

    Deputado GUILHERME CAMPOS
    Relator

    Uma pergunta: Porque não há previsão no orçamento?

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