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	<title>ANDEBB- Assoc. Nac. dos demitidos do Banco do Brasil</title>
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	<description>Movimento Nacional de demitidos do Banco do Brasil</description>
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		<title>ANDEBB- Assoc. Nac. dos demitidos do Banco do Brasil</title>
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		<title>TEMA ATUAL</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 21:10:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>celodan</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, 06 de outubro de 2011, 16h42min. REQUERIMENTO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA NO SENADO Será realizada uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos &#8211; CDH do Senado Federal, evento ainda sem data prevista, tratando do PDV do Banco do Brasil. A decisão decorre de uma deliberação dos Senhores Senadores membros da Comissão, aprovando ontem, 05/10/2011, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=pdvbb.wordpress.com&amp;blog=2185076&amp;post=140&amp;subd=pdvbb&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, 06 de outubro de 2011, 16h42min.</p>
<p>REQUERIMENTO DE AUDIÊNCIA PÚBLICA NO SENADO</p>
<p>Será realizada uma audiência pública na Comissão<br />
de Direitos Humanos &#8211; CDH do Senado Federal, evento<br />
ainda sem data prevista, tratando do PDV do Banco<br />
do Brasil. A decisão decorre de uma deliberação dos<br />
Senhores Senadores membros da Comissão, aprovando<br />
ontem, 05/10/2011, o requerimento nº 113-CDH, de 2011<br />
de autoria do Senador Paulo Paim (PT-RS) e da<br />
Senadora Marinor Brito(PSOL-PA).<br />
A ANDEBB já manteve contatos com a assessoria dos<br />
parlamentares obtendo  a informação que possivelmente<br />
será realizada a audiência no mês de novembro,<br />
mas ainda sem qualquer confirmação.<br />
Está chegando a hora de passarmos a limpo toda esta<br />
estória de PDV, os parlamentares saberão como foi<br />
possível demitir 13 mil pessoas em apenas um mês.</p>
<p>==============================================================<br />
Hoje, 29/05/2011, domingo.</p>
<p>&#8220;A UNIÃO É A NOSSA ÚNICA DEFESA EFETIVA&#8221;</p>
<p>  A frase está no site da UNAP, www.unap-bb.org, é pertinente<br />
e adequada ao quadro atual, no que diz respeito à comunidade<br />
Banco do Brasil, compreendendo todos os que contribuiram pa-<br />
ra o Plano de Complementação de aposentadoria administrado<br />
pela PREVI.<br />
   Lamentavelmente, o que se vê são ações isoladas, muitas<br />
entidades representativas atuando por caminhos diferenciados,<br />
na verdade muito úteis, mas que, na busca de uma melhor efeti-<br />
vidade, poderia ser buscada a unidade do movimento em prol<br />
dos &#8220;assistidos&#8221;, enfim todos os cidadãos integrantes da cate-<br />
goria, igualmente prejudicados neste momento.<br />
   No universo de ações isoladas, destacamos em 24/05/2011,<br />
uma CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DO BANCO DO BRASIL, Aldemir<br />
Bendine (Dida), dirigida pela ANABB, cujo signatário é o Pre-<br />
sidente daquela Associação, Sr. Emílio Ribas. Desde o ano de<br />
2008 que a ANABB defende o direito dos pedevistas e que,<br />
segundo ela, &#8220;foram praticamente expulsos do Banco do Brasil<br />
no período de 1995 a 1997, por obra do tão criticado governo<br />
FHC&#8221;.<br />
   Outra manifestação também digna de elogio é da FAABB, no<br />
artigo publicado em 12/05/2011, sob o título SOMBRAS DE MAIO.<br />
A FAABB, por sua vez, denuncia, entre outras irregularidades,<br />
o tratamento diferenciado para diretores do BANCO DO BRASIL<br />
e da PREVI na questão do teto de contribuição e remuneração,<br />
pois o Banco propõe um aumento do teto que, no futuro, fixará<br />
obrigação à PREVI de pagar aposentadorias de até R$ 81.000,00<br />
(oitenta e um mil reais), PASMEM !!!<br />
   Naquilo que nos diz respeito, ex-empregados do Banco do<br />
Brasil, demitidos através de Plano de Desgastar a Vida, o<br />
famigerado PDV, daí o nosso apelido de PEDEVISTAS, foram con-<br />
fiscadas as nossas poupanças previdenciarías para regularizar<br />
o passivo trabalhista do BANCO DO BRASIL, acumulado até o ano<br />
de 1997 em cerca de 11(onze) bilhões, como uma obrigação de<br />
pagar aposentadorias aos funcionários admitidos até abril/1967.<br />
   Hoje, temos como comprovar esta alegação, como indicam as<br />
demonstrações contábeis do ano de 1996, não submetidas à apre-<br />
ciação do Corpo Social, entre diversos itens que merecem ser<br />
citados. Trata-se de ações engenhosamente bem planejadas e<br />
executadas pelos então chefes do Poder Executivo daquele pe-<br />
ríodo, conseguindo atingir o objetivo, sonegar o direito<br />
de alguns para cumprir as obrigações com outros.<br />
   Portanto, para que não se perpetuem as injustiças, concla-<br />
mos a todos os prejudicados, representados por suas respecti-<br />
vas entidades, a promoverem a união, fortalecendo deste modo<br />
um movimento com atribuições de agir em diversas esferas.Este<br />
trabalho pode ter seu início na análise de documentos jun-<br />
tados aos diversos processos, administrativos ou judiciais,<br />
tais como aqueles que tramitam ou já tramitaram no Tribunal<br />
de Contas da União, conforme listagem a seguir:<br />
1)- Processo nº 010.578/1995-1<br />
    Representação sobre notícias publicadas na<br />
    Imprensa a Respeito de desligamento/demissão<br />
    Voluntária no Banco do Brasil;<br />
    Dep. Severiano Alves (PDT &#8211; BA);<br />
    Érika Kokai, presidente do Sindicato;<br />
2)- Processo nº 010.731/1995-4<br />
    Representação encaminhada por parlamentares:<br />
    Dep. Augusto Silveira de Carvalho;<br />
    Dep. Paulo Bernardo (PT &#8211; PR);<br />
3)- Processo nº 006.368/2005-1<br />
    Outras solicitações de Informação ao Congresso<br />
    Nacional &#8211; Ofício 657/2005 do Senado, a pedido<br />
    da Senadora Heloísa Helena;<br />
4)- Processo nº 004.355/1998-9<br />
    Prestação de contas do Banco do Brasil ref.<br />
    ao exercício de 1997;</p>
<p>   A necessidade e pertinência desta sugestão decorre de<br />
uma atenta leitura da própria RESOLUÇÃO CGPC Nº 26, DE 29<br />
DE SETEMBRO DE 2008:</p>
<p>   Art. 19. A EFPC, na determinação das formas e dos<br />
   prazos para a utilização da reserva especial,<br />
   observado o disposto no art. 9º, deverá levar em<br />
   consideração a perenidade das causas que deram<br />
   origem ao superávit que ensejou a constituição da<br />
   reserva especial, bem como a necessidade de liqui-<br />
   dez para fazer frente aos compromissos do plano<br />
   de benefícios.<br />
DESTAQUE:  &#8220;a perenidade das causas&#8221;<br />
  E finalmente, diante dos fatos ocorridos ao longo<br />
dos últimos 20 anos, cabe uma pergunta:</p>
<p>NO FUTURO, O PAGAMENTO DOS COMPROMISSOS ASSUMIDOS<br />
PELA PREVI, INCLUSIVE POR MEDIDAS JUDICIAIS,<br />
ESTARÁ GARANTIDO?</p>
<p>Marcelo Dantas<br />
Presidente da ANDEBB</p>
<p>===================================================</p>
<p>Hoje, 23/04/2011</p>
<p>PLANEJAMENTO</p>
<p>No planejamento das ações da ANDEBB estão incluídas,<br />
necessariamente, as informações fornecidas   pelos<br />
seus associados. Portanto, para se inscrever é ne-<br />
cessário fornecer os seguintes documentos:</p>
<p>1) FICHA DE INSCRIÇÃO DE ASSOCIADO, devidamente<br />
   preenchida e com a assinatura reconhecida<br />
   em cartório;<br />
   (vide modelo na página FICHA DE INSCRIÇÃO)</p>
<p>2) Cópia dos seguintes documentos pessoais:<br />
    RG, CPF e comprovante de residência;</p>
<p>3) Cópia de documentos que comprovem a condição<br />
   de ex-funcionário do Banco do Brasil, tais<br />
   como:  Termo de Rescisão de Contratato  de<br />
   Trabalho &#8211; TRCT, Carteira de Trabalho &#8211; CTPS,<br />
   Contra-cheque ou quaisquer outros;</p>
<p>4) Conforme está previsto no PL-7546/2010, infor-<br />
   ções sobre a atual condição financeira, sendo<br />
   importante a informação se é aposentado pelo<br />
   INSS;<br />
Art. 4º Será assegurada prioridade de retorno ao trabalho aos<br />
trabalhadores que, na ordem, comprovarem as seguintes<br />
situações:<br />
I &#8211; estejam desempregados;<br />
II &#8211; idade igual ou superior a 60 anos;<br />
III &#8211; embora empregados, percebam remuneração de até<br />
cinco salários  mínimos.<br />
Parágrafo único: Os trabalhadores portadores de doenças<br />
incapacitantes para o trabalho, ora reintegrados,<br />
poderão obter a aposentadoria por incapacidade, nos<br />
termos da lei.</p>
<p>=========================================<br />
HOJE, 09/04/2011</p>
<p>                   PL-7.546/2010</p>
<p>Concede anistia aos ex-empregados de Empresas<br />
Públicas e Sociedades de Economia Mista.</p>
<p>Foi solicitado em 05/04/2011, pedido de desarqui-<br />
vamento do PL-7546/2010. O assunto é de interesse<br />
de vários deputados federais que protocolaram<br />
três pedidos no mesmo dia, infelizmente, não possí-<br />
vel aprovar o requerimento na sessão plenária do<br />
dia seguinte, 06/04/2011. A matéria é de interesse<br />
de várias categorias, por isso, vem sendo acompanhada<br />
por lideranças de pedevistas de vários estados.<br />
Nesta semana que passou, a ANDEBB esteve presente em<br />
encontros informais nos corredores da Câmara dos<br />
Deputados, inclusive conversando com deputados<br />
e pedevistas desta cidade de Brasília,<br />
tratando de vários aspectos inerentes ao projeto<br />
que prevê o retorno ao trabalho.<br />
O pedido deverá ser aprovado na próxima sessão ordinária<br />
do dia 13/04/2011, que acontece na Comissão do Trabalho.</p>
<p>=====================================<br />
Agora já está formada a composição da Comissão de<br />
Finanças e Tributação. A seguir a lista dos deputados<br />
membros desta comissão, que deverão aprovar<br />
ou não os projetos de Lei, prevendo a reintegração.<br />
Trata-se dos projetos:<br />
PL 4.293/2008<br />
PL 4.499/2008<br />
PL 5.149/2009<br />
PL 5.447/2009</p>
<p>Nas próximas três semanas, A ANDEBB estará presente,<br />
 na pessoa do seu Presidente, nas reuniões desta Comissão,<br />
que acontece todas as quartas-feiras, 10h. Qualquer<br />
associado, poderá comparecer e será bem-vindo, pois<br />
esta é uma forma de promover a mobilização.</p>
<p>MEMBROS DA COMISSÃO<br />
MAURÍCIO QUINTELLA LESSA	PR-AL	Suplente<br />
3215-5425	dep.mauricioquintellalessa@camara.gov.br<br />
RUI PALMEIRA	PSDB	AL&#8211;Titular<br />
3215-5476	dep.ruipalmeira@camara.gov.br		</p>
<p>PAUDERNEY AVELINO	DEM	AM	Titular<br />
3215-5610	dep.pauderneyavelino@camara.gov.br		</p>
<p>VINICIUS GURGEL	PRTB	AP	Suplente<br />
3215-5852	dep.viniciusgurgel@camara.gov.br		</p>
<p>LUCIO VIEIRA LIMA	PMDB	BA	Titular<br />
2155612	dep.luciovieiralima@camara.gov.br<br />
MAURÍCIO TRINDADE	PR	BA	Titular<br />
3215-5456	dep.mauriciotrindade@camara.gov.br<br />
AMAURI TEIXEIRA	PT	BA	Suplente<br />
3215-5237	dep.amauriteixeira@camara.gov.br<br />
RUI COSTA	PT	BA	Titular<br />
3215-5576	dep.ruicosta@camara.gov.br<br />
VALMIR ASSUNÇÃO	PT	BA	Titular<br />
3215-5739	dep.valmirassuncao@camara.gov.br		</p>
<p>ANDRÉ FIGUEIREDO	PDT	CE	Suplente<br />
3215-5940	dep.andrefigueiredo@camara.gov.br<br />
GENECIAS NORONHA	PMDB	CE	Suplente<br />
3215-5244	dep.geneciasnoronha@camara.gov.br<br />
JOSÉ GUIMARÃES	PT	CE	Titular<br />
3215-5358	dep.joseguimaraes@camara.gov.br		</p>
<p>RICARDO QUIRINO	PRB	DF	Suplente<br />
3215-5931	dep.ricardoquirino@camara.gov.br<br />
POLICARPO	PT	DF	Suplente<br />
3215-5941	dep.policarpo@camara.gov.br		</p>
<p>AUDIFAX	PSB	ES	Titular<br />
3215-5574	dep.audifax@camara.gov.br		</p>
<p>HEULER CRUVINEL	DEM	GO	Suplente<br />
3215-5275	dep.heulercruvinel@camara.gov.br<br />
VALDIVINO DE OLIVEIRA	PSDB	GO	Suplente<br />
3215-5934	dep.valdivinodeoliveira@camara.gov.br		</p>
<p>LUCIANO MOREIRA	PMDB	MA	Titular<br />
3215-5831	dep.lucianomoreira@camara.gov.br<br />
JOÃO BITTAR	DEM	MG	Suplente<br />
3215-5243	dep.joaobittar@camara.gov.br<br />
JAIRO ATAÍDE	DEM	MG	Titular<br />
3215-5809	dep.jairoataide@camara.gov.br<br />
JOSE HUMBERTO	PHS	MG	Titular<br />
3215-5267	dep.josehumberto@camara.gov.br<br />
MÁRCIO REINALDO MOREIRA	PP	MG	Titular<br />
3215-5819	dep.marcioreinaldomoreira@camara.gov.br<br />
AELTON FREITAS	PR	MG	Titular<br />
3215-5204	dep.aeltonfreitas@camara.gov.br<br />
MARCUS PESTANA	PSDB	MG	Suplente<br />
32155715	dep.marcuspestana@camara.gov.br<br />
ODAIR CUNHA	PT	MG	Suplente<br />
32155556	dep.odaircunha@camara.gov.br<br />
REGINALDO LOPES	PT	MG	Suplente<br />
3215-5426	dep.reginaldolopes@camara.gov.br		</p>
<p>LIRA MAIA	DEM	PA	Suplente<br />
3215-5516	dep.liramaia@camara.gov.br<br />
JOSÉ PRIANTE	PMDB	PA	Titular<br />
3215-5752	dep.josepriante@camara.gov.br<br />
CLÁUDIO PUTY	PT	PA	Titular<br />
3215-5480	dep.claudioputy@camara.gov.br		</p>
<p>AGUINALDO RIBEIRO	PP	PB	Titular<br />
3215-5735	dep.aguinaldoribeiro@camara.gov.br		</p>
<p>FERNANDO COELHO FILHO	PSB	PE	Titular<br />
3215-5662	dep.fernandocoelhofilho@camara.gov.br<br />
PEDRO EUGÊNIO	PT	PE	Titular<br />
3215-5902	dep.pedroeugenio@camara.gov.br<br />
JORGE CORTE REAL	PTB	PE	Titular<br />
3215-5621	dep.jorgecortereal@camara.gov.br		</p>
<p>JÚLIO CESAR	DEM	PI	Suplente<br />
3215-5944	dep.juliocesar@camara.gov.br<br />
ASSIS CARVALHO	PT	PI	Titular<br />
3215-5909	dep.assiscarvalho@camara.gov.br		</p>
<p>REINHOLD STEPHANES	PMDB	PR	Suplente<br />
3215-5820	dep.reinholdstephanes@camara.gov.br<br />
EDMAR ARRUDA	PSC	PR	Titular<br />
3215-5962	dep.edmararruda@camara.gov.br<br />
ALFREDO KAEFER	PSDB	PR	Titular<br />
3215-5818	dep.alfredokaefer@camara.gov.br<br />
ZECA DIRCEU	PT	PR	Suplente<br />
3215-5285	dep.zecadirceu@camara.gov.br<br />
ANDRE VARGAS	PT	PR	Titular<br />
3215-5923	dep.andrevargas@camara.gov.br		</p>
<p>RODRIGO MAIA	DEM	RJ	Titular<br />
3215-5308	dep.rodrigomaia@camara.gov.br<br />
EDUARDO CUNHA	PMDB	RJ	Suplente<br />
3215-5510	dep.eduardocunha@camara.gov.br<br />
SOLANGE ALMEIDA	PMDB	RJ	Suplente<br />
3215-5727	dep.solangealmeida@camara.gov.br<br />
JEAN WYLLYS	PSOL	RJ	Titular<br />
3215-5646	dep.jeanwyllys@camara.gov.br		</p>
<p>JOÃO MAIA	PR	RN	Suplente<br />
3215-5439	dep.joaomaia@camara.gov.br		</p>
<p>MAURO NAZIF	PSB	RO	Suplente<br />
3215-5948	dep.mauronazif@camara.gov.br		</p>
<p>LUCIANO CASTRO	PR	RR	Suplente<br />
3215-5401	dep.lucianocastro@camara.gov.br		</p>
<p>JOSÉ OTÁVIO GERMANO	PP	RS	Suplente<br />
3215-5424	dep.joseotaviogermano@camara.gov.br<br />
JERÔNIMO GOERGEN	PP	RS	Titular<br />
3215-5316	dep.jeronimogoergen@camara.gov.br		</p>
<p>JOSE STÉDILE	PSB	RS	Suplente<br />
3215-5354	dep.josestedile@camara.gov.br<br />
PEPE VARGAS	PT	RS	Titular<br />
3215-5545	dep.pepevargas@camara.gov.br		</p>
<p>CELSO MALDANER	PMDB	SC	Suplente<br />
3215-5311	dep.celsomaldaner@camara.gov.br<br />
CARMEN ZANOTTO	PPS	SC	Titular<br />
3215-5503	dep.carmenzanotto@camara.gov.br		</p>
<p>ALEXANDRE LEITE	DEM	SP	Titular<br />
3215-5841	dep.alexandreleite@camara.gov.br<br />
GUILHERME CAMPOS	DEM	SP	Titular<br />
3215-5283	dep.guilhermecampos@camara.gov.br<br />
JOÃO DADO	PDT	SP	Titular<br />
3215-5509	dep.joaodado@camara.gov.br<br />
PAULO MALUF	PP	SP	Suplente<br />
3215-5512	dep.paulomaluf@camara.gov.br<br />
ARNALDO JARDIM	PPS	SP	Suplente<br />
3215-5245	dep.arnaldojardim@camara.gov.br<br />
MARCELO AGUIAR	PSC	SP	Suplente<br />
3215-5321	dep.marceloaguiar@camara.gov.br<br />
ANTONIO CARLOS MENDES THAME	PSDB	SP	Suplente<br />
3215-5624	dep.antoniocarlosmendesthame@camara.gov.br<br />
VAZ DE LIMA	PSDB	SP	Titular<br />
32155850	dep.vazdelima@camara.gov.br<br />
JOSÉ MENTOR	PT	SP	Suplente<br />
3215-5502	dep.josementor@camara.gov.br<br />
RICARDO BERZOINI	PT	SP	Suplente<br />
3215-5344	dep.ricardoberzoini@camara.gov.br		</p>
<p>JÚNIOR COIMBRA	PMDB	TO	Titular<br />
3215-5274	dep.juniorcoimbra@camara.gov.br		</p>
<p>=============================================<br />
Hoje,  28/02/2011,  15h34min. &#8211; segunda-feira.</p>
<p>AUDIÊNCIA NO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO</p>
<p>A ANDEBB compareceu hoje a uma audiência na Procurado-<br />
ria do Trabalho da 20ª Região, nesta cidade de Aracaju. Pre-<br />
sentes os Srs. Marcelo Dantas (presidente), José Elenaldo<br />
Alves de Gois (advogado), e os associados José dos Santos<br />
Bispo e Rodolfredo Torres, quando foram ouvidas todas as<br />
reclamações pelo Procurador do Trabalho, dr. Adson Souza<br />
do Nascimento. As queixas se referem ao tratamento desi-<br />
gual dado pela PREVI E BANCO DO BRASIL aos ex-em-<br />
pregados do Banco, principalmente quanto à utilização do<br />
Superávit. A íntegra da ata desta audiência já foi enviada<br />
via Email para todos os nossos associados. </p>
<p>================================<br />
HOJE, 10:23 06/02/2011, domingo.</p>
<p>NOVO TELEFONE FIXO (79) 3044-6280</p>
<p>A ANDEBB comunica aos seus associados o novo telefone fixo<br />
via EMBRATEL (79) 3044-6280, permitindo ligações com o<br />
mesmo custo do telefone fixo comum.</p>
<p>=========================================</p>
<p>Hoje,  25 de janeiro de 2011 às 16h33</p>
<p>SUPERÁVIT PREVI  &#8211; NOTIFICAÇÃO JUDICIAL em face da  PREVIC</p>
<p>A ANDEBB comunica aos seus associados o ajuizamento de uma<br />
NOTIFICAÇÃO JUDICIAL  em face da PREVIC, na Seção Judiciária<br />
do Estado de Sergipe. A PREVIC atualmente é órgão competente<br />
por disposição legal para aprovar a destinação e utilização do<br />
Superávit PREVI. Esta é uma medida preventiva e preparatória<br />
para outras ações judiciais que, eventualmente, se tornem neces-<br />
sárias para garantir em juízo, o direito de todos os seus filiados,<br />
ex-funcionários do Banco do Brasil. Por ter sido excluída do proces-<br />
so de negociação, que resultou no acordo de dezembro de 2010,<br />
esta Associação está interferindo judicialmente porque representa<br />
um número considerável de pessoas que foram lesadas pela enti-<br />
dade fechada de previdência complementar &#8211; EFPC. Nesta petição,<br />
processo nº 0000484-64.2011.4.05.8500, existe um relato de fa-<br />
tos relevantes a partir do ano de 1995, até a presente data, enfa-<br />
tizando aspectos das relações jurídicas, tais como, o tratamento<br />
discriminatório dado aos participantes, a solidariedade expontânea<br />
manifestada em 2008, por um considerável número de participantes,<br />
e por fim, uma das verdadeiras origens do superávit, o desligamento<br />
de ex-funcionários do plano de benefícios com o confisco das contri-<br />
buições vertidas e destinadas a garantir o pagamento de aposenta-<br />
doria complementar.<br />
=================================================<br />
Hoje,  13 de dezembro de 2010  &#8211; 07h39min</p>
<p>&#8220;Vote NÃO AO ACORDO DA PREVI&#8221;</p>
<p>Pedimos a todos os participantes do Plano de Benefícios nº 01 da<br />
PREVI que não aceite este acordo porque ele, nos termos em<br />
que está sendo elaborado é prejudicial para os seus beneficiários.<br />
Se você já tem uma opinião formada sobre o tema, nós respeita-<br />
mos, mas se ainda NÃO ESTÁ SEGURO quanto a isso, leias as<br />
próximas linhas desta mensagem.<br />
SUPERÁVIT significa sobra, recursos sem destinação, é o re-<br />
sultado de um processo contábil que, após serem cumpridos<br />
os compromissos do Plano de Benefícios, de acordo com o or-<br />
denamento jurídico vigente em vários momentos da história<br />
da PREVI, é calculado o valor remanescente. O principal<br />
compromisso do Plano é, segundo a Lei, &#8220;executar planos de<br />
benefício de caráter previdenciário, na forma desta Lei Comple-<br />
mentar&#8221;. ( LC 109/2001).<br />
No nosso entendimento é atender aos legítimos interesses dos<br />
participantes e assistidos dos planos de benefícios, pois para<br />
isso é que foi criado o Plano. Não há amparo legal e nem<br />
consensual, para que o Banco do Brasil S.A. venha a se be-<br />
neficar deste Superávit, a não ser por via de redução das<br />
contribuições futuras que lhe são devidas.<br />
Sabemos que muitos desses interesses não foram cumpridos e<br />
estão sendo requeridos judicialmente, e neste sentido, em obe-<br />
diência às normas, a PREVI contabiliza uma provisão para o<br />
ano seguinte, valor estimado unilateralmente e por conta própria,<br />
para fazer face às AÇÕES JUDICIAIS EM TRAMITAÇÃO<br />
NOS DIVERSOS TRIBUNAIS DE TODO O NOSSO<br />
IMENTOS BRASIL, INTERPOSTAS POR  PARTICIPAN-<br />
TES E TAMBÉM POR EX-PARTICIPANTES.<br />
Nós, associados ou não da ANDEBB, somos ex-participantes e<br />
já ajuizamos diversas ações que estão em andamento, além de<br />
outras que serão protocoladas nos próximos dias. Para o ano<br />
de 2008, a PREVI fez a estimativa de R$ 357.645.000,00,<br />
para o ano de 2009 &#8211; R$ 995.415.000,00 e para o corrente<br />
ano &#8211; R$ 1.226.871.000,00. Estes aumentos significativos<br />
demonstram o número crescente de ações que vão sendo<br />
ajuizadas a cada ano.</p>
<p>E QUANTO SERÁ A PROVISÃO PARA O ANO DE 2011?</p>
<p>No mínimo, o valor que está sendo requerido nas execuções<br />
de  ações judiciais nas quais a PREVI foi condenada ao paga-<br />
mento, mais as que já foram ajuizadas até o presente momento<br />
 e estão em fase de cognição.  Representando os nossos asso-<br />
ciados, uma pequena parte desse contingente de pessoas em<br />
litígio com a PREVI, devemos informar sobre a ação judicial que<br />
será ajuizada no início de 2011. Somente através de cálculos<br />
efetuados por peritos habilitados se conhecerá o valor desta<br />
nossa ação judicial, todavia, uma previsão feita neste momento<br />
inicial em valores aproximados, sem qualquer compromisso com<br />
a realidade, apontam para um valor mínimo em torno de<br />
R$ 346.000.000,00, especificamente, para os ex-participantes<br />
aqui representados.<br />
Quanto aos demais, um número considerável, mas não estão<br />
mobilizados e demonstrando ostensivamente interesse nesta<br />
questão, sobretudo, devemos ter presente  a possibilidade<br />
de serem requeridos esses direitos.<br />
Segundo uma lista fornecida pelo Banco do Brasil à Câmara<br />
dos Deputados, de 01 de janeiro de 1995 até o dia 23 de<br />
dezembro de 1997, tinham sido desligados 29.669 funcionários.<br />
Para estes, foram negados os direitos referentes à parte do<br />
patrocinador, o Banco do Brasil, mas que, adotando normas dis-<br />
criminatórias, concedeu melhores condições e vantagens<br />
para os que saíram após o dia 24 de dezembro de 1997.<br />
O direito deste grupo, referente à parte patronal, já foi recon-<br />
hecido extrajudicialmente pelos atuais participantes do Plano,<br />
em consulta realizada pela ANABB em agosto de 2008.<br />
Outro aspecto importante a ser considerado nesta conta,<br />
é a não concessão de  reajustes aos aposentados nos exercícios<br />
de 1995 a 1999, não sabemos o seu valor representativo.<br />
Somente após estas deduções cabíveis, poderemos saber, com<br />
certeza, o valor do SUPERÁVIT.</p>
<p>                          UMA REFLEXÃO</p>
<p>Para entender melhor o presente é preciso mergulhar no passado,<br />
e deste modo, poderemos também fazer previsões para<br />
o futuro.<br />
Vocês se lembram do acordo do ano de 1997?<br />
Não é este o objetivo desta nossa abordagem, pois este é<br />
outro tema que para ser narrado, consumirá muitas linhas<br />
e será abordado em outra oportunidade.<br />
Portanto, meus caros colegas, eis a razão!, mas a decisão,<br />
ainda é sua.<br />
===============================================<br />
ANDEBB &#8211; 11h26min  de  23/10/2010.</p>
<p>CARTA ABERTA ÀS ENTIDADES REPRESENTATIVAS</p>
<p>ASSUNTO:   SUPERÁVIT / PREVI</p>
<p>		A convite da ANABB, prestimosa entidade, participa-<br />
mos em 2008, do Grupo de Trabalho organizado com o propósito<br />
de discutir a destinação do superávit PREVI. O tema está na<br />
pauta de reuniões das entidades representativas e por isso nós<br />
estamos pedindo a nossa participação neste processo.<br />
 A Andebb – Associação Nacional dos Demitidos do BB vem a<br />
público externar sua preocupação com o destino da distribuição<br />
do superávit da PREVI.<br />
		Somos uma associação fundada em setembro de 2008<br />
com o objetivo de representar um determinado grupo de ex-funcio-<br />
nários do Banco do Brasil, pessoas com idade avançada, com mais<br />
de 60 anos de idade, com poucas possibilidades de colocação no<br />
mercado de trabalho e algumas delas com problemas saúde, e até<br />
de moradia, pelo não pagamento das prestações da CARIM,  A PREVI<br />
ESTÁ EXECUTANDO OS FINANCIAMENTOS DA CARIM E JOGANDO NO<br />
MEIO DA RUA CENTENAS DE FAMÍLIAS.<br />
		Agradecemos as manifestações de todos os nossos<br />
ex-colegas, indistintamente, que, reconhecendo as injustiças do<br />
Plano 1,  manifestaram-se favoráveis à nossa participação como<br />
beneficiários da distribuição do superávit, uma forma  de viabilizar<br />
a devolução de uma parcela dos recursos que foram retidos pela<br />
PREVI, por ocasião do nosso desligamento do Plano 1.<br />
Em diversas oportunidades várias lideranças dos aposentados do BB,<br />
contaram a história da formação do superávit em questão e muitos<br />
deles, relacionam a retenção das cotas patronais dos pedevistas de<br />
95 como um dos fatores que contribuíram para o acúmulo de tal<br />
patrimônio.<br />
		Nós, pedevistas, temos tanto conhecimento da história<br />
da Previ e do BB, quanto os que ainda participam do Plano 1,<br />
principalmente porque estávamos lá desde o início e lá sempre<br />
estivemos, lado a lado com os que se mantiveram, embora enten-<br />
damos que nossa contribuição, igualmente descontada dos nossos<br />
salários não perde o valor pelo simples desligamento do BB.<br />
		Trazemos para esta mesa de negociação a memória de<br />
fatos esclarecedores  sobre as irregularidades cometidas durante<br />
aquele período, pelos gestores do Banco, da PREVI e principalmente<br />
dos órgãos da Administração Pública, encarregados de normatização,<br />
coordenação, supervisão, fiscalização e controle das atividades das<br />
entidades de previdência fechada de previdência.<br />
		Estamos aqui a relatar fatos ainda não conhecidos, para<br />
não sermos repetitivos.  O primeiro deles, em janeiro do ano de 1978,<br />
 refere-se a uma ilegalidade cometida por uma autoridade do órgão<br />
encarregado de fiscalização da PREVI, o Ministro da Previdência e<br />
Assistência Social, determinando que fosse feita uma alteração no<br />
decreto que  regulamentou a Lei 6.435/77, simulando este procedi-<br />
mento como se fosse uma simples “retificação” de um erro material<br />
na publicação do ato jurídico, usurpando atribuição exclusiva do<br />
Presidente da República. Reunimos uma farta documentação, conver-<br />
tendo-a em arquivos digitais, com a finalidade de comprovação dos<br />
fatos, arquivos que podem ser disponibilizados para consulta de todos<br />
os representantes ou interessados. Este fato causou imprecisão e<br />
incerteza para os operadores do direito, e diante desta insegurança<br />
jurídica, a entidade de previdência privada criou o Regulamento do<br />
Plano 1, liberadamente, regulando todas as relações jurídicas com<br />
seus participantes, adotando  procedimentos diferenciados que na<br />
verdade tiveram o objetivo de sonegar direitos de determinados<br />
grupos de participantes.<br />
		Descumprindo o acordo assinado em 07.12.1981, quando<br />
responsabilizou-se pelo custeio do Grupo Pré-67, o Banco não provi-<br />
denciou a capitalização das Reservas Matemáticas do grupo.<br />
Esse procedimento do Banco,  gerou três irregularidades:<br />
1) Uma apontada pelo TCU – Tribunal de Contas da União, que<br />
     era a repetição consecutiva de      obrigações registradas em<br />
     Nota Explicativa e não contabilizada;<br />
2) Outra apontada pela SPC, que era a não capitalização das<br />
    reservas do grupo, contrariando o disposto na Lei 6.435/77;<br />
3) Outra apontada pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários,<br />
    com base nas Notas Explicativas do balanço, tendo em conta<br />
    que podiam gerar distorção no valor das ações do Banco.<br />
		No momento que antecede ao desligamento dos pede-<br />
vistas do Plano 1, denota-se um quadro de difícil situação econô-<br />
mico-financeira, e por estar sendo questionado pela SPC, o Banco,<br />
em 09.02.1995, expediu ofício PRESI-95/0079,   ao Ministro de<br />
Estado da Previdência e Assistência Social,  Reinhold Stephanes,<br />
prestando-lhe alguns esclarecimentos. Entre outras informações,<br />
o Banco relata que não houve aporte financeiro da Patrocinadora<br />
para fazer face aos compromissos relativos ao tempo de serviço<br />
prestado pelos empregados admitidos antes de abril/1967;<br />
que as contribuições dos empregados do Banco do Brasil admitidos<br />
a partir de abril/67 (aqui se incluem os pedevistas) constituem,<br />
por sua vez, as reservas acumuladas da PREVI, as quais se destinam<br />
a garantir o pagamento futuro dos benefícios concedidos e a conceder,<br />
sendo  esse grupamento, num total de 112.265 associados, aí incluídos<br />
aqueles já falecidos. Finalizando, o então Presidente do Banco do Brasil,<br />
Alcir Augustinho Calliari diz:<br />
“Devido à complexidade da matéria, sobretudo em razão das modifica-<br />
ções processadas ao longo do tempo nas normas e legislação perti-<br />
nentes, permitimo-nos sugerir encontro de trabalho de técnicos<br />
deste Banco com os desse Ministério, para esclarecimentos de even-<br />
tuais dúvidas remanescentes.”<br />
		Conquanto as declarações dos representantes do Banco<br />
do Brasil, no ano de 1995 revelassem situação deficitária, já no<br />
exercício seguinte, após o desligamento dos pedevistas, as Demons-<br />
trações contábeis do ano de 1996 resultaram em situação inversa<br />
e superavitária do Plano 1, os contadores responsáveis ali registraram<br />
o fato, com a seguinte Nota Explicativa:<br />
7.   DESTINAÇÃO DO SUPERÁVIT                                  (página 26)<br />
“O superávit registrado destinou-se à cobertura de possíveis modi-<br />
ficações na Legislação da Previdência Oficial, com reflexos no plano<br />
de aposentadorias e pensões e nas provisões de valores de resgate<br />
dos participantes que se desligaram do plano , mas não se manifes-<br />
taram por nenhum dispositivo estatutário/regulamentar e pendências<br />
judiciais nas áreas cível e trabalhista&#8221;<br />
		Os valores retidos pela PREVI, até o ano de 1996, tive-<br />
ram reflexos nas demonstrações contábeis que apresentaram um<br />
Superávit Técnico de R$ 2.697.675.071,25, que, comparando-se<br />
com o exercício do ano de 1994, representou um acréscimo de<br />
190%(cento e noventa por cento). De outra banda, no Fundo do<br />
Programa Previdencial registrou-se o valor de R$ 5.024.975.342,55,<br />
comparando-se com o exercício do ano de 1994, houve um acrésci-<br />
mo de 326% (trezentos e vinte e seis por cento).<br />
		Estas considerações preliminares não passam da visão<br />
superficial de um mero espectador, mas indicam sérias distorções<br />
no registro contábil desta questão.<br />
		São declarações que  trazem à baila aspectos que<br />
merecem a atenção de todos para as injustiças cometidas com<br />
os pedevistas, e para estabelecer a verdade, relatamos apenas<br />
um fato, por nós conhecido recentemente, dando vistas ao processo<br />
TCU 010.578/1995-1, instaurado diante de NOTICIAS <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> UBLICADAS<br />
NA  IMPRENSA,  A RESPEITO  DE DESLIGAMENTO/DEMISSAO<br />
VOLUNTARIA NO BANCO. DO BRASIL e também por representação<br />
do então deputado federal AUGUSTO SILVEIRA DE CARVALHO (PT-DF).<br />
		Nos autos do processo TCU 010.578/1995-1, à fl. 30 do<br />
Vol. I, foi juntado o Ofício PRESI-436, de 19 de julho de 1995,<br />
expedido pelo então Presidente do Banco do Brasil, Paulo C.<br />
Ximenes A. Ferreira, declarando explicitamente:<br />
“Na prática, esses recursos acumulados serão revertidos para a<br />
sustentação futura dos planos de aposentadoria e pensões, que<br />
são anualmente submetidos a reavaliação atuarial na forma da lei.<br />
Os superávits apurados, inclusive por força da redução dos<br />
compromissos futuros da Instituição, poderão resultar na dimi-<br />
nuição das taxas de contribuição dos planos de benefícios,<br />
na forma  prevista na legislação em vigor, amortizando, portanto,<br />
parte dos compromisssos futuros da patrocinadora.”<br />
		A par de todos os aspectos inerentes à distribuição<br />
do superávit, temos plena consciência da tarefa difícil que cabe a<br />
cada um de nós, representantes de  interesses de milhares de<br />
pessoas envolvidas neste processo, mas, nunca desistimos na busca<br />
das soluções, por acreditar numa saída para este impasse, porque<br />
nós entendemos que é possível agir com inteligência e racionalidade,<br />
organizando um  processo de negociação que respeite o direito de<br />
todos, à luz do ordenamento jurídico. Tome-se como exemplo, as<br />
medidas adotadas pelo governo para ressarcimento dos prejuízos<br />
causados pela não aplicação dos expurgos inflacionários nas contas<br />
do FGTS, utilizando-se da via administrativa para satisfação dos<br />
créditos em referência, agilizando enfim, o encaminhamento da<br />
solução diante de uma pendência envolvendo vultosos recursos<br />
financeiros.<br />
		São estas as razões que nos levam a sugerir,<br />
preliminarmente, a nossa participação nestas discussões, para,<br />
juntos, encontrarmos o  melhor caminho para este impasse,<br />
elegendo, com justiça,  a adequada destinação para o superávit.</p>
<p>Marcelo Dantas<br />
Presidente da ANDEBB</p>
<p>================================================<br />
COMUNICADO ANDEBB  &#8211;  28 de agosto de 2010</p>
<p>Comunicamos aos nossos associados e aos demitidos/pedevistas<br />
em geral, que o ajuizamento das ações referentes a fraude no<br />
decreto 81.240/78, serão tratados na forma atual<br />
                ATÉ O DIA 31 DE OUTUBRO DE 2010.<br />
Para esclarecimento geral enumeramos os passos necessários:<br />
- Associar-se conforme orientações contidas no site<br />
   www.andebb.com.br,  com especial observância da necessi-<br />
   dade da remessa da ficha de inscrição<br />
   devidamente assinada para o endereço:<br />
    ANDEBB<br />
    Av. Gonçalo Prado Rollemberg, 804 &#8211; Centro<br />
    Aracaju &#8211; Sergipe<br />
    CEP 49010-410<br />
- Estar em dia com as mensalidades, conforme instruções<br />
   contidas no nosso  site acima.<br />
- Após este procedimento inicial, o associado que preten-<br />
   der participar das  ações deverá manifestar sua vontade<br />
   comunicando-nos através do mesmo site, momento no qual<br />
   deverá recolher a taxa inicial de 100 reais e comunicar o<br />
   depósito para que possamos identificá-lo.<br />
- A partir daí o associado aguardará o contato da Andebb ou<br />
   do advogado,  com orientações a respeito de assinatura de<br />
   contrato de honorários e apresentação da documentação<br />
   necessária.<br />
Reiteramos que este procedimento será mantido para os asso-<br />
ciados inscritos e em dia com as contribuições até a data limite<br />
de 31/10/2010. Posteriormente novas orientações seguirão.<br />
Outros esclarecimentos através do email:<br />
mardantas2009@gmail.com<br />
=========================================================</p>
<p>20/03/2010</p>
<p>Últimas Notícias  &#8211;  www.camara.gov.br  </p>
<p>13:00 &#8211; Ex-funcionários do BB que aderiram ao PDV nos anos 90<br />
podem ter sido lesados. </p>
<p>40 mil ex-funcionários do Banco do Brasil que aderiram ao programa<br />
de demissões voluntárias da instituição nos anos 90 podem ter sido<br />
lesados. </p>
<p>Documentos oficiais arquivados no Palácio do Planalto mostram que<br />
houve uma rasura em um decreto de 1978, assinado pelo então presi-<br />
dente Ernesto Geisel. </p>
<p>A alteração no documento original teria reduzido os valores das<br />
indenizações pagas aos funcionários que se desligaram voluntaria-<br />
mente da instituição.</p>
<p>Em resposta a um pedido de informações da Câmara (RIC-4573/09),<br />
a Casa Civil da Presidência da República informou que não localizou<br />
nenhum outro documento ou registro a respeito do assunto. Ou seja,<br />
o decreto rasurado está em vigor, o que reforça os indícios de<br />
fraude.</p>
<p>O autor do requerimento, deputado Celso Russomano, do PP de São<br />
Paulo, defende que esses ex-funcionários do Banco do Brasil sejam<br />
ressarcidos.</p>
<p>&#8220;O decreto anterior foi fraudado com uma máquina de escrever com<br />
tipo diferente da original. É perfeitamente perceptível isso.<br />
Significa que 40 mil funcionários da Previ têm direitos a receber<br />
e vão receber, porque o documento, o decreto presidencial foi<br />
fraudado&#8221;</p>
<p>Russomano vai pedir audiência pública para debater o assunto.<br />
Ele também estuda a possibilidade de ingressar com uma ação coletiva<br />
na Justiça, caso não haja acordo para ressarcimento dos<br />
ex-funcionários.</p>
<p>O líder do PT, deputado Fernando Ferro, disse que se for confirmado,<br />
o caso é de extrema gravidade.</p>
<p>&#8220;Agora é preciso que seja feita uma análise cuidadosa, com muito<br />
critério para verificar a veracidade dessa denúncia para a partir<br />
daí se tomar as providências necessárias uma vez que se trata de<br />
direitos lesados e a Constituição Federal garante a qualquer<br />
pessoa contra a qual tenha sido identificado prejuízo que ela<br />
possa procurar reparação&#8221;</p>
<p>Pelo decreto original, assinado por Geisel, em caso de saída<br />
voluntária e antecipada de entidades de previdência privada,<br />
o beneficiário teria direito a restituição de 50% das contribuições<br />
pagas. </p>
<p>Com a retificação, ficou estipulado que a saída voluntária<br />
implicaria a perda dos benefícios.</p>
<p>Associações de funcionários demitidos estimam que os ex-partici-<br />
pantes da Previ teriam cerca de R$ 20 bilhões a receber.</p>
<p>De Brasília, Geórgia Moraes</p>
<p>sexta-feira, 19 de março de 2010<br />
=================================================</p>
<p>Aracaju, 20 de março 2010.</p>
<p>RASURA EM DECRETO PRESIDENCIAL, RESQUÍCIOS DA DITADURA<br />
MILITAR NO BRASIL</p>
<p>No ano de 1978, foi expedido o decreto 81.240/78 regulamentando<br />
as disposições da Lei 6.435/77, relativas às entidades de previ-<br />
dência privada. Para uma melhor compreensão, a seguir um resumo<br />
dos fatos que agora já estão em fase de comprovação.</p>
<p>20 janeiro 1978 &#8211; O DECRETO FOI EXPEDIDO E ASSINADO PELO<br />
                   PRESIDENTE DA REPÚBLICA</p>
<p>24 janeiro 1978 &#8211; O DIÁRIO OFICIAL PUBLICOU O DECRETO  NA<br />
                  ÍNTEGRA, SEM QUALQUER ERRO.</p>
<p>15 junho 1978   &#8211; EXPEDIÇÃO de um “Aviso nº 140” pelo então<br />
                  Ministro Da Previdência e Assistência Social<br />
                  SEM a necessária assinatura do Presidente da<br />
                  República, Ernesto Geisel, nos seguintes<br />
                  termos:<br />
                  “Tendo em vista que na publicação do Decreto<br />
                   81.240&#8230;verificou-se um erro de remissão no<br />
                   parágrafo 2º do artigo 31, &#8230;”<br />
                  e dessa forma SOLICITANDO uma  RETIFICAÇÃO<br />
                  NO DECRETO, absolutamente desnecessária, já<br />
                  que não houve  erro  na publicação feita<br />
                  anteriormente pelo Diário Oficial.</p>
<p>16 junho 1978  &#8211; O DIÁRIO OFICIAL PUBLICOU A RETIFICAÇÃO<br />
                  Página 9004  (Seção I &#8211; Parte I)</p>
<p>                            R E T I F I C A Ç Ã O</p>
<p>                 Na página 1.342, 2ª coluna, no § 2º do artigo 31, </p>
<p>                 ONDE SE LÊ :<br />
                 § 2º &#8211; No caso do item VII, &#8230;  </p>
<p>                 LEIA-SE: &#8230;..<br />
                 § 2º &#8211; No caso do item VIII, &#8230;</p>
<p>Nesta publicação, aparentemente não há algo de anormal devido<br />
ao fato de ser um procedimento comumente utilizado para correção<br />
de erros provocados pelas dificuldades dos recursos tecnológicos<br />
então disponíveis. Mas não foi issso que aconteceu porque esta<br />
retificação introduziu alteração substancial no texto do decre-<br />
to 81.240/78. Aquele era um período em que tudo podia ser feito<br />
pelos detentores do Poder.<br />
Um Ato nulo de pleno direito e os direitos afetados por esse ato<br />
nulo de pleno direito, devem ser recompostos.<br />
Assim, concretizou-se um ato administrativo viciado por ilegali-<br />
dade do objeto, inexistência dos motivos determinantes e princi-<br />
palmente, incompetência do seu signatário, que não possuia atri-<br />
buição para a prática do ato.</p>
<p>=================================================<br />
ENCONTRO DE PEDEVISTAS EM SERGIPE &#8211; 26/01/2010</p>
<p>Realizou-se no Sindicato dos Petroleiros(SINDIPETRO)  o<br />
primeiro encontro de Pedevistas de Sergipe, reunindo pessoas<br />
demitidas de todas as empresas. Comparecemos ao evento coor-<br />
denado  pelo companheiro Jomar Nascimento, diretor daquele<br />
sindicato. Naquele encontro, conversamos com o companheiro<br />
Valdemar Moreira, do Comando Nacional dos Pedevistas da<br />
Petrobrás, que nos informou sobre a estratégia de luta e<br />
os objetivos daqueles pedevistas, tendo prioridade o retorno<br />
ao trabalho, conforme também falou numa entrevista concedida<br />
a um canal de TV a cabo. Passamos as informações sobre nosso<br />
movimento e os nossos objetivos, inclusive quanto à nossa<br />
aposentadoria complementar sonegada pela PREVI.<br />
Mais informações sobre o companheiro Valdemar acessem o<br />
site www.radioparcerafm.org.br.</p>
<p>===============================================</p>
<p>OUTRA MATÉRIA PUBLICADA PELO CORREIO BRAZILIENSE</p>
<p>http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/09/09/</p>
<p>politica,i=140847/SERVIDORES+ENTRARAO+NA+JUSTICA+NA+<br />
TENTATIVA+DE+ESCLARECER+SUPOSTA+FRAUDE+EM+<br />
DECRETO+DA+DECADA+DE+1970.shtml</p>
<p>SAIU NO CORREIO BRAZILIENSE DE HOJE, 06/09/2009<br />
Rasura no Decreto&#8230;  eis o link:</p>
<p>http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/</p>
<p>09/06/politica,i=140316/RASURA+EM+DECRETO+ASSINADO+<br />
POR+GEISEL+TERIA+<br />
REDUZIDO+A+UM+TERCO+BENEFICIOS+PAGOS+EM+<br />
PROGRAMAS+DE+DEMISSAO.shtml</p>
<p>MAIS UMA ação do Dr. Fernando Toscano, presidente da ABRAPREV.<br />
AVISO: para os pessimistas nós temos a dizer:<br />
A NOSSA VITÓRIA PODE VIR MAIS CEDO DO QUE ESPERÁVAMOS.</p>
<p>==================================================<br />
AUDIÊNCIA PÚBLICA OCORRIDA EM 09/06/2009 SOBRE O DECRETO<br />
Já estão disponíveis as notas taquigráficas(a íntegra, em texto) da<br />
Audiência Pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos e<br />
Minorias, da Câmara dos Deputados, a seguir o link para download</p>
<p>http://www2.camara.gov.br/comissoes/cdhm/notastaq/nt09062009.pdf</p>
<p>==================================================<br />
AUDIÊNCIA PÚBLICA NO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SERGIPE</p>
<p>A ANDEBB recebeu convite da Promotoria de Defesa do Consumidor,<br />
vinculada ao Ministério Público do Estado de Sergipe, para uma<br />
Audiência Pública que se realizará no próximo dia 09 de setembro<br />
de 2009, às 9h30min. Estendemos este convite a todos os associados.</p>
<p>================================================<br />
ANISTIA,  DEMITIDOS ANTES DO ANO DE 1995</p>
<p>Boa notícia para todos que foram demitidos no período de 1990<br />
a 1994 e não foram beneficiados pelo PL-512/2007.<br />
Na Câmara dos Deputados, a Comissão de Trabalho aprovou o<br />
PL 5.030/09, do senador Lobão Filho (PMDB/MA) que autoriza<br />
o Executivo a reabrir prazo para a apresentação de requerimentos<br />
de retorno ao serviço com amparo na anistia concedida pela<br />
Lei 8.878/94.</p>
<p>Reabre o prazo para requerimento de<br />
retorno ao serviço de que trata o art. 2º da<br />
Lei nº 8.878, de 11 de maio de 1994, que<br />
dispõe sobre a concessão de anistia nas<br />
condições que menciona, e dá outras<br />
providências.<br />
O Congresso Nacional decreta:<br />
Art. 1º É o Poder Executivo autorizado a reabrir, pelo prazo de 365 (trezentos e<br />
sessenta e cinco) dias contado da publicação desta Lei, o prazo previsto no art. 2º da<br />
Lei nº 8.878, de 11 de maio de 1994, para apresentação de requerimentos de retorno ao<br />
serviço de servidores e empregados públicos abrangidos pela mesma Lei.<br />
§ 1º É o Poder Executivo autorizado a receber, no mesmo prazo previsto no<br />
caput, requerimentos de reconsideração de pedidos de retorno ao serviço formulados com<br />
base no art. 2º da Lei nº 8.878, de 1994, que tenham sido indeferidos, anulados<br />
administrativamente ou arquivados.<br />
§ 2º Os requerimentos de que tratam o caput e o § 1º deste artigo serão<br />
fundamentados e acompanhados da documentação pertinente e deverão ser dirigidos ao<br />
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que os remeterá à Comissão Especial de<br />
Anistia ou às Subcomissões Setoriais, previstas no art. 5º da Lei nº 8.878, de 1994, ou outra<br />
criada com a mesma finalidade.<br />
§ 3º Caso já tenham sido extintas a Comissão Especial de Anistia e as<br />
Subcomissões Setoriais a que se refere o art. 5º da Lei nº 8.878, de 1994, e inexistam outras<br />
criadas com a mesma finalidade, o Poder Executivo fica autorizado a constituir novas<br />
comissões e subcomissões para esse fim, com estrutura e competência definidas em<br />
regulamento.<br />
§ 4º Os requerimentos de que tratam o caput e o § 1º deste artigo deverão ser<br />
apreciados e respondidos no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da data do<br />
protocolo.<br />
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.<br />
Senado Federal, em de abril de 2009.<br />
Senador José Sarney<br />
Presidente do Senado Federal</p>
<p>=====================================================</p>
<p>O PROJETO DE REINTEGRAÇÃO</p>
<p>O projeto de lei 512/2007 está na<br />
Comissão de Finanças e Tributação &#8211; CFT<br />
Agora o projeto aguarda o parecer do relator,<br />
Guilherme Campos DEM/SP (Gab. 367-III)<br />
Telefone:(61) 3215-5367 &#8211; Fax:(61) 3215-2367<br />
email: dep.guilhermecampos@camara.gov.br.<br />
Todas as nossas atenções deverão estar voltadas<br />
para este deputado,<br />
enviando mensagens para ele, informando sobre<br />
tudo que ocorreu naquele período, auxiliando-o<br />
nesta tarefa de elaborar este parecer.</p>
<p>Presidente: Vignatti (PT/SC)<br />
1º Vice-Presidente: Antonio Palocci (PT/SP)<br />
2º Vice-Presidente: Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR)<br />
3º Vice-Presidente: Félix Mendonça (DEM/BA)</p>
<p>TITULARES<br />
Aelton Freitas PR/MG (Gab. 204-IV)<br />
Andre Vargas PT/PR (Gab. 923-IV)<br />
Antonio Palocci PT/SP (Gab. 548-IV)<br />
Armando Monteiro PTB/PE (Gab. 434-IV)<br />
Eduardo Amorim PSC/SE (Gab. 621-IV)<br />
Gladson Cameli PP/AC (Gab. 956-IV)<br />
João Pizzolatti PP/SC (Gab. 258-IV)<br />
Marcelo Castro PMDB/PI (Gab. 811-IV)<br />
Pedro Eugênio PT/PE (Gab. 902-IV)<br />
Pedro Novais PMDB/MA (Gab. 813-IV)<br />
Pepe Vargas PT/RS (Gab. 545-IV)<br />
Ricardo Barros PP/PR (Gab. 412-IV)<br />
Ricardo Berzoini PT/SP (Gab. 344-IV)<br />
Rodrigo Rocha Loures PMDB/PR (Gab. 476-III)<br />
Vicentinho Alves PR/TO (Gab. 523-IV)<br />
Vignatti PT/SC (Gab. 313-IV)<br />
Virgílio Guimarães PT/MG (Gab. 275-III) -<br />
Wilson Santiago PMDB/PB (Gab. 534-IV)<br />
Alfredo Kaefer PSDB/PR (Gab. 818-IV)<br />
Arnaldo Madeira PSDB/SP (Gab. 330-IV)<br />
Carlos Melles DEM/MG (Gab. 243-IV)<br />
Félix Mendonça DEM/BA (Gab. 912-IV)<br />
Ilderlei Cordeiro PPS/AC (Gab. 462-IV)<br />
Júlio Cesar DEM/PI (Gab. 944-IV)<br />
Julio Semeghini PSDB/SP (Gab. 242-IV)<br />
Luiz Carlos Hauly PSDB/PR (Gab. 220-IV)<br />
Luiz Carreira DEM/BA (Gab. 408-IV) -<br />
João Dado PDT/SP (Gab. 509-IV)<br />
Manoel Junior PSB/PB (Gab. 601-IV)<br />
Silvio Costa PMN/PE (Gab. 417-IV)<br />
Ciro Pedrosa PV/MG (Gab. 479-III)<br />
Luciana Genro PSOL/RS (Gab. 203-IV)</p>
<p>Secretário(a): Marcelle R C Cavalcanti<br />
Local: Anexo II, Pav. Superior, Ala C, sala 136<br />
Telefones: 3216-6654/6655/6652<br />
FAX: 3216-6660</p>
<p>===================================================</p>
<p>AUDIÊNCIA PÚBLICA<br />
COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS<br />
CÂMARA DOS DEPUTADOS<br />
DATA: 09/06/2009,  AS 14h20min .</p>
<p>Realizou-se uma audiência pública na Comissão de Direitos Humanos<br />
e  Minorias da Câmara dos Deputados, com grande repercussão.<br />
Presenciamos o comparecimento de muitos deputados membros da<br />
comissão, além de outros. O Plenário estava lotado, os lugares<br />
com assento não foram suficientes para o número de pessoas<br />
presentes, formou-se um grupo que assistiu durante<br />
duas horas, em pé,  a participação e pronunciamento de diversos<br />
parlamentares. O tempo previsto para o evento não foi suficiente<br />
para os deputados que estavam inscritos como oradores.<br />
Destacamos e agradecemos a iniciativa e o trabalho empreendido<br />
pela ABRAPREV,  na pessoa do seu presidente, Sr. Fernando Toscano,<br />
sem esquecer a autoria do requerimento apresentado pelo dep.<br />
Cléber Verde (PRB-MA), imprescindível para realização do evento,<br />
no exercício de suas atividades como integrante do Congresso<br />
Nacional, membro da Comissão. Todos os brasileiros podem ouvir<br />
a gravação ao vivo e sem censura desta audiência, acessando o site<br />
da Câmara dos Deputados.</p>
<p>PEDIMOS QUE AS AUTORIDADES DESTE PAÍS SE SENSIBILIZEM E</p>
<p>RECONHECAM AS INJUSTICAS PRATICADAS CONTRA UMA CLASSE</p>
<p>DE TRABALHADORES.  O DECRETO 81.240/78 É INCONSTITUCIONAL.</p>
<p>Eis o link para baixar o arquivo contendo a gravação ao vivo:</p>
<p>http://www.2shared.com/file/6470713/e4d4e265/2009-06-09_-_Com_de_Direitos_Humanos.html</p>
<p>===========================================</p>
<p>EM ORDEM  CRONOLÓGICA DECRESCENTE, A PARTIR DA MAIS RECENTE</p>
<p>* Decreto Nº 4206 de 23 de Abril de 2002 (Poder Executivo)<br />
- (Revogação).<br />
* Decreto Nº 3721 de 08 de Janeiro de 2001 (Poder Executivo)<br />
- (Alteração). Art.20, inciso II; Art. 31, incisos IV e V.<br />
* Decreto Nº 2221 de 07 de Maio de 1997 (Poder Executivo)<br />
- (Alteração). Art. 31; inciso IV.<br />
* Decreto Nº 2111 de 26 de Dezembro de 1996 (Poder Executivo)<br />
- (Alteração). Art. 6º, §§ 1º a 5º ; Art. 8º, parágrafo<br />
único; Art. 9º; Art. 22, §§ 1º a 3º; Art. 31, incisos IV,<br />
VI, VIII e §§ 1º e 2º.<br />
* Decreto Nº 607 de 20 de Julho de 1992 (Poder Executivo)<br />
- (Revogação Parcial). Art. 16; Art. 17; Art. 18.<br />
* Decreto Nº 95681 de 28 de Janeiro de 1988 (Poder Executivo)<br />
- (Alteração). Art. 17, caput e ;Art. 16.<br />
* Decreto Nº 90476 de 12 de Novembro de 1984 (Poder Executivo)<br />
- (Aplicação). Art. 31; inciso IV.<br />
* Decreto Nº 87532 de 30 de Agosto de 1982 (Poder Executivo)<br />
- (Alteração). Art. 16; Art. 17, caput.<br />
* Decreto Nº 87091 de 12 de Abril de 1982 (Poder Executivo)<br />
- (Alteração). Art. 31; item VI.<br />
* Decreto Nº 86492 de 22 de Outubro de 1981 (Poder Executivo)<br />
- (Alteração). Art. 1º, § 3º; Art. 41, §§ 2º e 3º.<br />
* Decreto Nº 83617 de 25 de Junho de 1979 (Poder Executivo)<br />
- (Revogação Parcial). Art. 16, item V.<br />
* Decreto Nº 82325 de 27 de Setembro de 1978 (Poder Executivo)<br />
- (Alteração). Art. 6º, § 1º; Art. 16; Art. 17, § 2º.</p>
<p>APENAS UMA ALTERAÇÃO  FOI  EFETUADA    ATRAVÉS DE  PUBLICAÇÃO NO<br />
DIÁRIO  OFICIAL,  A “RETIFICAÇÃO”  SOBRE A QUAL NOS REFERIMOS.<br />
Como era de costume, o Presidente da República no exercício de<br />
seus poderes, alterou por diversas vezes o decreto 81.240/78,<br />
MAS SEMPRE ATRAVÉS DA EDIÇÃO DE OUTRO DECRETO, pelo histórico<br />
acima.<br />
SE A “RETIFICAÇÃO”  FOSSE DA VONTADE DO PRESIDENTE ELE TERIA<br />
FEITO  EDITANDO UM OUTRO  DECRETO, COMO SEMPRE FEZ.</p>
<p>Com a palavra as autoridades deste País que juraram cumprir a<br />
Constituição Federal de 1988.<br />
================================================</p>
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